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De terno júbilo é o semeador,
Vive e luta, sempre atarefado,
É bem diferente de fraterno
amor,
Ao de mãe, quiçá, pode ser
comparado.

É único em seu recatado
fervor,
Ou esfuziantemente demonstrado,
Em carinhoso gesto, o meigo
calor,
De sua mão em afago
conchegado.

Sua prole, as meninas dos seus
olhos,
Dela afasta temores e abrolhos,
Pugna por seu bem estar, que
nele recai.

Se entrega de alma e de
coração,
Ao exprimir a ternura e a
paixão
De puro e genuíno
Amor de Pai!
©Ann
Marie S. Matias



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